segunda-feira, 17 de junho de 2013

material para julho - mês do dízimo 2013




COMISSÃO DIOCESANA DO DÍZIMO
COMISSÃO DIOCESANA DE LITURGIA

Aos responsáveis pelas celebrações eucarísticas em nossas comunidades,
Graça e Paz!
Aproxima-se o mês de julho, na Diocese de Taubaté, mês voltado à conscientização sobre a importância do Dízimo na vida da Igreja. Neste ano, a Comissão Diocesana do Dízimo apresenta “O dízimo a serviço do amor ao próximo” como tema, e lema: At 4,34 “Entre eles ninguém passava necessidade”.
Para bem celebrarmos a presença de Cristo na Liturgia da Igreja, urge recordar os ensinamentos contidos no Diretório da Liturgia e da organização da Igreja no Brasil acerca dos “meses temáticos”. Eis o texto:
“A comunidade deve celebrar a sua vida na liturgia, mas deve celebrá-la à luz de Jesus Cristo, ressuscitado, vivo, presente e atuante na comunidade, e não à luz de um tema, de uma idéia. Deve celebrar a sua vida, sim, com os problemas que lhe tocam mais de perto; mas à luz da Palavra viva como único tema. E quando não se penetra profundamente na Palavra de Deus, na docilidade do Espírito, pode-se cair na moralização. Assim, o Domingo celebra realmente a vida da comunidade, nos seus diversos coloridos, mergulhados na única vida do Ressuscitado que lhe dá vida”.
 E continua o Diretório da Liturgia no Brasil: “Para dar aos meses e dias temáticos o seu justo lugar, é importante que a equipe da pastoral litúrgica prepare bem a celebração, não reproduzindo apenas folhetos e subsídios oferecidos. Na missa, os “temas” podem ser lembrados no início, na homilia e nas preces dos fiéis”.
Diante do exposto, a Comissão Diocesana do Dízimo em parceria com a Comissão Diocesana de Liturgia apresenta algumas sugestões para as celebrações de todos os Domingos do mês de julho de 2013 – como já vem acontecendo nos últimos anos. Para cada Domingo apresentamos uma monição inicial e as orações dos fiéis. Para o terceiro Domingo do mês apresentamos ainda uma proposta de oração a ser usada no momento penitencial. Tal proposta poderá ser usada em qualquer outro Domingo em que a comunidade local tenha por costume rezar de forma mais explícita por seus dizimistas. Neste ano, ainda contamos com uma novidade: A Oração da Comunidade para cada Domingo é apresentada em dois modelos: o primeiro deles voltado para a missa com adultos, e o segundo modelo voltado para a missa com crianças.
Queremos expressar nossa gratidão aos seminaristas Patrick Alves de Carvalho e Thomás Ranieri da Silva, ambos do terceiro ano de filosofia, que colaboraram na composição de boa parte do material que ora apresentamos.
Esperamos assim contribuir com nossas celebrações eucarísticas dominicais e, por meio delas, conscientizar nossas comunidades acerca da importância do Dízimo em todas as dimensões eclesiais, enfatizando neste ano a dimensão da caridade como identidade do cristão.

XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM
07 de julho de 2013
“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos”

Monição Inicial:
Bem-vindos irmãos e irmãs em Cristo! Ao redor do altar do Senhor nos reunimos neste Domingo, o primeiro do mês de julho. Em nossa Diocese de Taubaté este mês é destinado a uma maior conscientização sobre a importância do Dízimo. Ouviremos Jesus nos dizer em seu Evangelho que a “messe é grande, mas os trabalhadores são poucos”. Devemos rezar pedindo ao Senhor da messe que envie sempre mais apóstolos e servidores do seu Reino; mas também queremos nos comprometer, por meio de nosso dízimo, com o sustento da missão desempenhada por tantos trabalhadores e missionários. Animados pelo Espírito do Senhor que nos reúne em comunidade, iniciemos nossa celebração. 

Oração da Comunidade (versão, Missa com adultos).
1- Senhor, Vós que passais fome e sede nas pessoas de nossos irmãos e irmãs necessitados, fortalecei, animai e sustentai as Pastorais Sociais de nossa Diocese de Taubaté na missão a elas confiada. Rezemos (Cantemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.

2 - Senhor, Vós que estais sem roupa e doente em tantos irmãos e irmãs nossos, fazei-nos crescer na caridade e na partilha com aqueles que estão bem próximos de nós. Rezemos (Cantemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.

3 - Senhor, Vós que vos identificastes com os que estão encarcerados, não permitais que sejamos indiferentes aos nossos irmãos aprisionados. Dai-nos um coração repleto de justiça e misericórdia. Rezemos (Cantemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.

4 - Neste mês de conscientização acerca da importância do dízimo, abençoai Senhor, todos aqueles que com generosidade contribuem para a manutenção dos nossos seminários. Que este compromisso eclesial assumido com alegria torne sempre possível a formação dos futuros padres de nossa Diocese. Rezemos (Cantemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.

5 - Senhor, revigorai o dom da fé em vossa Igreja, manifestando-o por obras de caridade, a fim de que nosso testemunho no mundo desperte mais operários para a vossa messe. Rezemos (Cantemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.
Oração da Comunidade (versão, Missa com crianças).

1 - Deus de amor, que não quereis que ninguém passe fome ou sede. Ajudai-nos a reconhecer como é bela a partilha, rezemos:
Resposta: “Senhor, que vosso amor nos ensine a amar”.

2 - Deus de amor, que amais os que passam necessidade e estão doentes, ajudai-nos a seguir o vosso exemplo, amando os nossos irmãos e irmãs. Rezemos:
Resposta: “Senhor, que vosso amor nos ensine a amar”.

3 - Deus de amor, que permaneceis sempre com seu povo. Que todos aqueles que passam por momentos difíceis em suas vidas não se sintam sozinhos e que nosso amor seja sinal da vossa presença em meio ao mundo. Rezemos:
Resposta: “Senhor, que vosso amor nos ensine a amar”.

4 - Deus de Amor, abençoai os que ajudam a vossa Igreja com orações e com o dízimo, possibilitando-nos levar o amor e a paz a todos os corações. Rezemos:
Resposta: “Senhor, que vosso amor nos ensine a amar”.

5 - Deus de amor, conservai a fé da vossa Igreja, e fazei que a vossa messe alivie as dores e sofrimentos de nossos irmãos através da vida de muitos cristãos que se colocam a serviço. Rezemos:
Resposta: “Senhor, que vosso amor nos ensine a amar”.


XV DOMINGO DO TEMPO COMUM
14 de julho de 2013
“Quem é o meu próximo?”

 Monição Inicial:
Neste Domingo (ou, “no início de mais um Domingo”; ou “concluindo mais um Domingo”) nossa Igreja apresenta para nossa meditação a Palavra de Jesus sobre o serviço desinteressado prestado àquele que se torna meu próximo. Nesta Eucaristia queremos agradecer ao Senhor Jesus, o nosso “Divino Samaritano” que sempre cuida de nossas necessidades. Mas também queremos pedir ao Senhor que Ele nos torne “bons samaritanos” para todos aqueles que Ele nos confiar, seja pela nossa presença amiga ou por nossa palavra acolhedora, seja também pela partilha de nossos bens com aqueles que necessitam, inclusive pelo nosso dízimo. Agradecidos pela generosidade de nosso Senhor, iniciemos nossa celebração.

Oração da Comunidade (versão, Missa com adultos).
1 - Senhor, que nos concedeis cumprir os mandamentos divinos pela ação do Espírito Santo em nós. Que alimentados pela Vossa Palavra, sejamos perseverantes e alegres no amor e no serviço desinteressado a Vós e aos irmãos. Cantemos (Rezemos):
Resposta: - “E todos repartiam o pão, e não havia necessitados entre eles”.

2 – Senhor que sois o Deus da Vida, vos pedimos pela vossa Santa Igreja. Que o Santo Padre, o Papa Francisco, nosso Bispo diocesano Dom Carmo, todo o clero e demais fiéis consagrados a Vós pelo batismo respondam amorosamente ao Vosso mandamento de Amor, conferindo vida plena aos que sofrem e estão marginalizados. Cantemos (Rezemos):
Resposta: - “E todos repartiam o pão, e não havia necessitados entre eles”.

3 - Emanuel, Deus Conosco, enviai-nos pelo Vosso Divino Espírito o dom da compaixão, a fim de experimentando os mesmos sentimentos Vossos, não sejamos indiferentes às necessidades de nossos irmãos mais próximos. Cantemos (Rezemos):
Resposta: - “E todos repartiam o pão, e não havia necessitados entre eles”.

4 – Senhor Jesus, Vos pedimos pelas autoridades constituídas de nossa Cidade, Estado e Nação. Fazei que sejam sensibilizadas pela dor do próximo e usem do poder ao qual estão investidos para promoverem a vida plena de nossos irmãos sofredores. Cantemos (Rezemos):
Resposta: - “E todos repartiam o pão, e não havia necessitados entre eles”.

5 - Senhor, que neste mês dedicado a conscientização da importância do Dízimo, possamos nos comprometer com as obras de caridade da Vossa Igreja, afirmando nosso compromisso com a comunidade e confirmando nosso propósito de sermos bons samaritanos. Cantemos (Rezemos):
Resposta: - “E todos repartiam o pão, e não havia necessitados entre eles”.

Oração da Comunidade (versão, Missa com crianças).

1 - Senhor, que nos pedis somente aquilo que podemos fazer. Que o Espírito Santo nos ensine a sermos dóceis e obedientes, amando cada dia mais a Deus a ao próximo. Rezemos:
Resposta: “Senhor, Deus de amor, ajudai-nos a amar”.

2 - Senhor, que tornais nossa vida mais feliz pelo amor que nos demonstrais, ajudai os Pastores de nossa Igreja a também fazer mais feliz a vida dos nossos irmãos sofredores. Rezemos:
Resposta: “Senhor, Deus de amor, ajudai-nos a amar”.

3 - Senhor, não deixe que em nossos corações governe a indiferença. Possamos ter compaixão e sermos atentos aos irmãos que passam sofrimento e necessidades. Rezemos:
Resposta: “Senhor, Deus de amor, ajudai-nos a amar”.

4 - Senhor, viestes ao mundo para nos revelar tudo o que é bom e belo. Cresça em nós o conhecimento de como é bonito ajudarmos uns aos outros. Rezemos:
Resposta: “Senhor, Deus de amor, ajudai-nos a amar”.

5 - Senhor, que nosso amor possa ser constante e responsável. Para isso, ajudai-nos a encontrar meios concretos para ajudar aos irmãos que o Senhor tanto ama. Rezemos:
Resposta: “Senhor, Deus de amor, ajudai-nos a amar”.




XVI DOMINGO DO TEMPO COMUM
21 de julho de 2013
“Uma só coisa é necessária”
Monição Inicial:
Queridos irmãos e irmãs, bem-vindos a Casa de Deus. Celebramos neste Domingo a abertura da Jornada Mundial da Juventude, que acontecendo muito perto de nós, na cidade do Rio de Janeiro, nos toca ainda mais profundamente: A Palavra de Deus que ouviremos hoje nos convida a ouvirmos o Divino Mestre com todo o nosso coração, pois esta é a “melhor parte”. Mas como esta não é a única parte, a Palavra do Senhor igualmente nos convida a assumirmos nossas responsabilidades perante a Igreja e o mundo. O Dízimo é uma das tantas formas que temos para assumirmos nossa missão, não só na esfera religiosa, mas também social. Que a Eucaristia desde Domingo nos ensine e ajude a escolhermos sempre a melhor parte, amando o próximo como Jesus amou. Iniciemos nossa celebração.

Ato Penitencial:
Presidente da celebração: Irmãos e irmãs, celebrando a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, queremos também permitir que o Senhor Jesus vença o nosso egoísmo e nossa omissão diante das necessidades de nossos irmãos e irmãs. Em silêncio, examinemos nossa consciência e supliquemos o perdão de Deus se ainda não aprendemos a partilhar a nossa vida, nossos dons e nossos bens.

(a oração a seguir poderá ser projetada pelos meios visuais da comunidade – data show ou retro projetor – e rezada por toda a comunidade. Na falta destes meios visuais, poderá ser rezada apenas por algum ministro – padre, diácono ou comentarista).

ORAÇÃO:
Perdoai-nos Pai pelo egoísmo, perdoai-nos Pai pela ambição.
Perdoai-nos se não socorremos aqueles que precisaram de nós.                                                
Perdoai-nos se não Vos ouvimos como deveríamos, deixando de transformar nossa oração em ação.
Perdoai-nos Pai e ensinai-nos que é só no vosso amor que tudo pode florescer,
e que todos os vossos mandamentos nos ensinam a viver.

(Logo após a oração e a absolvição (“Deus todo poderoso tenha compaixão de nós...”), aquele que preside reza em forma de ladainha o “Senhor tende piedade de nós” ou o ministério de música entoa cantando a mesma aclamação a Cristo. Segue o “Hino de louvor” como de costume.).

Oração da Comunidade (versão, Missa com adultos).
1 - Pai Santo, que amastes os seres-humanos, enviando-nos o vosso Filho Jesus: dai-nos o espírito de gratidão e acolhimento para com a vossa palavra revelada no santo evangelho. Que a exemplo de Maria, irmã de Marta, possamos ser fiéis ouvintes, tornando-nos melhores cristãos no mundo, cantemos (rezemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.

2 - Pai Misericordioso, escutai a prece que vos elevemos por vosso servo, o papa Francisco. Fazei-o sempre mais testemunha de vosso Filho ressuscitado. Que sua presença em nosso meio nesta semana nos confirme em nossa fé e nos conceda alegria em servir, cantemos (rezemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.

3 - Senhor, vós que conheceis o coração e os talentos de cada um, dai-nos que a exemplo do Vosso Filho Jesus, sejamos também portadores da verdade necessária para a salvação de todos, e coloquemos de forma gratuita nossos dons a serviço dos irmãos em nosso dia a dia, cantemos (rezemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.

4 – Senhor, amigo dos homens, que a todos concedeis saúde para obter os frutos do próprio trabalho. Fazei que neste mês de Julho, mês do Dízimo, possamos vos oferecer frutos agradáveis do suor de nossas forças; e vossa Igreja, dispensadora de vossos dons, possa distribuí-los na justiça e na caridade, cantemos (rezemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.

5 - Pai da Alegria, concedei aos jovens que participarão da Jornada Mundial da Juventude uma significativa experiência de fé. Que próximos ao sucessor de São Pedro, o papa Francisco, sintam-se chamados a serem santos; e atentos às realidades celestes, como Maria, irmã de Marta, não descuidem também de suas responsabilidades terrestres. Cantemos (rezemos):
Resposta: “Deus espera que os bens de cada um se repartam com amor no dia a dia”.

Oração da Comunidade (versão, Missa com crianças).
1 - Pai Santo, obrigado porque nos falais por meio de Vossa Palavra. Que possamos ser fiéis ouvintes, para sermos melhores cristãos no mundo, em nossas escolas e em nossas famílias rezemos:
Resposta: “Senhor ajudai-nos todos os dias a sermos caridosos para com os nossos irmãos”

2 – Bom Pai, perdão pelas vezes que nos preocupamos mais com nossas coisas, ao invés de estarmos preocupados com as coisas do céu e com o bem de todos, rezemos:
Resposta: “Senhor ajudai-nos todos os dias a sermos caridosos para com os nossos irmãos”
3 - Senhor, vós que conheceis o coração de todos, enviai-nos a ajudar o próximo do modo que convém a cada um de nós, e que a exemplo do Vosso Filho Jesus, sejamos também portadores do amor gratuito para a salvação de nossos amigos, rezemos:
Resposta: “Senhor ajudai-nos todos os dias a sermos caridosos para com os nossos irmãos”

4 - Senhor, obrigado pelos talentos que nos destes gratuitamente. Que neste mês de Julho, mês do Dízimo, possamos também de forma gratuita oferecer os bens que temos aos nossos irmãos e irmãs, rezemos:
Resposta: “Senhor ajudai-nos todos os dias a sermos caridosos para com os nossos irmãos”

5 - Pai da Felicidade, concedei aos nossos irmãos e irmãs, que estarão no Rio de Janeiro participando da Jornada Mundial da Juventude, uma experiência de verdadeira alegria convosco; que pertos do papa Francisco, eles voltem para casa mais santos e com um espírito mais entusiasmado com o compromisso do Batismo que receberam, rezemos:
Resposta: “Senhor ajudai-nos todos os dias a sermos caridosos para com os nossos irmãos”

 
XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM
28 de julho de 2013
“Senhor, ensina-nos a rezar”
Monição Inicial:
Caros irmãos e irmãs, três grandes motivos nos reúnem hoje para celebrar a Eucaristia: o primeiro deles, hoje é Domingo, dia do Senhor Ressuscitado. Aqui viemos para ouvi-lo e para Dele aprender como devemos rezar. O segundo grande motivo: hoje se encerra a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, e queremos agradecer a Deus pelo bom êxito deste evento e pela alegria de ter o papa Francisco em nossa pátria brasileira. O terceiro motivo é diocesano: hoje encerramos o mês de conscientização sobre a importância do Dízimo. Queremos oferecer a Deus nossa gratidão por todos os dizimistas de nossa paróquia bem como por todas as atividades caritativas, silenciosas ou não, que nossa paróquia é capaz de realizar pela partilha de nossos dizimistas. Com todas estas motivações, vamos iniciar a nossa celebração Eucarística.
Oração da Comunidade (versão, Missa com adultos)
1 - Pai Nosso que estais nos céus, gratos somos pelos dons que nos dais por meio de vosso Filho Jesus Cristo. Fazei-nos semelhantes a Vós tornando-nos dispensadores de dons entre os irmãos e irmãs, cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

2 - Pai Nosso, perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Que o Espírito Santo nos ajude a perdoar nossos irmãos no amor, para que assim construamos uma sociedade de verdadeira concórdia, cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

3 - Pai nosso, fazei que ao doarmos nosso dízimo estejamos ofertando o que é de melhor para Vós, que sois o merecedor de toda a glória. Fazei igualmente Senhor, que a Igreja administre os bens partilhados para a realização da Evangelização, da Pastoral e para ajudar os mais necessitados, cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

4 – Pai nosso, ensina-nos a caridade, como Vosso Filho ao nos ensinar a rezar. Arranca de nosso coração o orgulho que nos impede de repartir tudo o que temos: bens materiais, sabedoria, tempo e se preciso for a própria vida, cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

5 - Pai de todos os povos, abençoai o congresso nacional da Pastoral da Criança em Aparecida e fazei também com que os jovens da jornada mundial da juventude retornem para a casa em paz, com segurança, e munidos do espírito da fraternidade cristã, cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

Oração da Comunidade (versão, Missa com crianças)
1 - Pai nosso, obrigado por mais um dia que nos concedeis. Ajudai-nos a sermos sempre sensíveis diante de vossas maravilhas, como também diante de nossos irmãos e irmãs que passam alguma necessidade, cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

2 - Pai nosso, perdoai as nossas ofensas. Que o Espírito Santo nos ajude a perdoar nossos irmãos no amor, para que assim construamos um mundo na paz de Cristo, cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

3 – Pai nosso, ajudai-nos a repartir o que temos, partilhando o que de melhor temos para Vós e para nossos irmãos e irmãs. Cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

4 – Pai nosso, ajudai-nos a sermos bons na escola, com os colegas e na família, com os nossos irmãos e com nossos pais. Ajudai-nos também a sermos bons no mundo, para que assim, aqueles que vivem ao nosso lado não sofram tanto. Cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

5 - Pai de todas as pessoas, abençoai os jovens da jornada mundial da juventude e fazei que retornem para suas casas em paz, com segurança, e cheios do espírito de fraternidade católica, cantemos (rezemos):
Resposta: “Pai nosso, somos teus filhos. Pai nosso, somos irmãos.”

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Ato Penitencial na Celebração Eucarística



O Ato Penitencial da Celebração Eucarística

O tema que abordaremos neste mês diz respeito ao Ato penitencial da Missa a partir de seu aspecto litúrgico. Para tanto, transcrevemos o texto da Instrução geral sobre o missal romano que discorre sobre “estrutura, elementos e partes da missa”, especificamente sobre o “Ato Penitencial”. Interessantíssimo perceber que a estrutura deste texto assim se apresenta:

III. As partes da Missa
A)    Ritos iniciais
nº 29 – Ato penitencial
nº 30 – Senhor, tende piedade

Ou seja, a estrutura deste rito é dupla: o ato penitencial em si num primeiro momento e o “Senhor tende piedade” num segundo momento, a menos que o “Senhor tende piedade” já tenha sido rezado no próprio ato penitencial, como afirmará o texto da Instrução nº 30. Feita esta introdução, passemos agora para o próprio texto normativo da Introdução do Missal:

Ato penitencial
29.                                      Após a saudação do povo, o sacerdote ou outro ministro idôneo poderá, com breves palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia. Em seguida o sacerdote convida ao ato penitencial, realizado então por toda a comunidade por uma confissão geral, sendo concluído com a absolvição dada pelo sacerdote.

Senhor tende piedade
30.                                 Depois do ato penitencial inicia-se o “Senhor tende piedade”, a não ser que já tenha sido rezado no próprio ato penitencial. Tratando-se de um canto em que os fiéis aclamam o Senhor e imploram a sua misericórdia, é normalmente executado por todos, participando dele o povo e o grupo de cantores ou o cantor.
Via de regra, cada aclamação é repetida duas vezes, não se excluindo porem, por causa da índole das diversas línguas ou da música e das circunstâncias, um numero maior de repetições ou a intercalação de algum tropo. Se o “Senhor, tende piedade” não for cantado, seja recitado.  

            Primeira grande consequência do estudo destes dois números da Instrução Geral: o ato penitencial não precisa necessária, muito menos obrigatoriamente se identificar com o “Senhor tende piedade”. É muito conveniente, por exemplo, utilizar-se de outras possibilidades celebrativas no momento do ato penitencial sem se prender à exigência da aclamação “Senhor, tende piedade de nós” – que poderá ser rezada ou cantada pela assembleia após a absolvição dada por aquele que preside.
Quais seriam, portanto, as possibilidades deste momento celebrativo? Inúmeras. Citaremos algumas. Partindo das sugestões oficiais contidas no Missal Romano (as 3 primeiras), apresentaremos ainda algumas outras propostas celebrativas:

·                    A fórmula conhecida pelas suas primeiras palavras: “Confessemos os nossos pecados...” seguida da absolvição e do “Senhor tende piedade”;

·                    O diálogo entre o sacerdote que preside e a comunidade:
Pres: Tende compaixão de nós, Senhor.
Todos: Porque somos pecadores.
Pres: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Todos: E dai-nos a vossa salvação.
Seguida da absolvição e do “Senhor, tende piedade”.
 (há uma versão cantada deste diálogo, o que facilitaria a sua execução. Em todo caso, tanta a primeira quanto a segunda sugestão poderão ser projetadas pelo data-show da comunidade, bastando apenas que a equipe de celebração se organize com o padre que preside a missa);

·                    O Rito da benção e aspersão com água. Este rito é próprio para as celebrações dominicais e encontra-se no apêndice do missal romano, pág. 1001. O rito prescreve ainda como possibilidade a mistura do sal na água. Em ambos os casos preveja-se um canto específico referente à aspersão;

·                    No momento da monição inicial do rito penitencial, quando o sacerdote convida os fiéis à penitencia, o mesmo poderá propor um significativo tempo de silêncio e recolhimento como exame de consciência. A postura  corporal poderá ajudar, sobretudo nos tempos penitenciais da Igreja, ficando todos de joelhos e voltados para o crucificado. Conclui-se este rito com o canto do “Senhor, tende piedade”;

·                    Entoar cantos penitenciais que não apresentem o “Senhor tende piedade”, mas que se harmonizem bem com a celebração. Exemplo: o canto “Ó Pai dai-me um puro coração e renova teu Espírito em mim” poderia ser uma proposta para a festa de Pentecostes ou celebração da Crisma por ser um canto curto e eminentemente bíblico, fazendo menção ao Espírito e à conversão. Após o canto e a absolvição dada pelo presidente, o coro pode cantar o “Senhor tende piedade” ou o próprio padre poderá recitá-lo junto com a assembleia, antes do Hino de louvor. 

Quais deverão ser as características melódicas do canto “Senhor tende piedade”? Sobre isso iremos discorrer no próximo mês.  

sexta-feira, 19 de abril de 2013

sugestões litúrgicas para Pentecostes



DOMINGO DE PENTECOSTES

 

Oração dos Fiéis 

Primeira proposta


Nesta Oração Universal em forma de ladainha, é conveniente entoar as súplicas e cantar o refrão depois de cada invocação.

Irmãos e irmãs em Cristo:
Oremos ao Senhor do universo
para que envie de novo o seu Espírito
sobre a Igreja e sobre o mundo,
cantando, com alegria:

R.
Vem Espírito Santo, vem, vem iluminar.
Ou:
Envia teu Espírito, Senhor, e renova a face da Terra.
Ou:
A nós descei divina luz (2x)
Em nossas almas acendei o amor, o amor de Jesus (2x)

1.Sobre as Igrejas que procuram a unidade.

2.Sobre o Papa Francisco, sobre nosso Bispo Dom Carmo, os presbíteros e os diáconos.

3.Sobre todos os batizados e confirmados.

4.Sobre os catecúmenos e sobre aqueles que os acompanham.

5.Sobre os que servem os povos e os governam.

6.Sobre os jovens que o Senhor chama a segui-l’O.

7.Sobre os esposos que se amam e sobre os que deixaram de se amar.

8.Sobre os idosos, os que estão sós ou andam tristes.

9.Sobre os fiéis que se reúnem cada domingo.


Segunda proposta


Caríssimos cristãos:
Imploremos a Deus nosso Pai que envie o Espírito Santo sobre a Igreja,
para confirmar a sua renovação pascal, dizendo (ou:cantando), com alegria:

R.
Mandai, Senhor, o vosso Espírito.
Ou:
Abençoai, Senhor, a vossa Igreja.
Ou:
Ouvi, Senhor, o vosso povo.

1. Pela santa Igreja de Deus,
para que, cheia dos dons do Espírito Santo,
seja reunida e confirmada na unidade,
oremos, irmãos.

2. Pelo santo padre, o Papa Francisco, por nosso Bispo Dom Carmo,
seu presbitério e diáconos,
para que Deus lhes conceda em abundância
o espírito de sabedoria e de santidade,
oremos, irmãos.

3. Pelos responsáveis políticos dos povos,
para que promovam a solidariedade entre as nações
e a justa distribuição dos bens em toda a terra,
oremos, irmãos.

4. Pelos que são vítimas da fraqueza humana
e dos extravios do próprio coração,
para que o Espírito do Senhor os ilumine,
oremos, irmãos.

5. Pelo povo de Deus aqui reunido
e pelos fiéis da nossa Diocese de Taubaté,
para que o Espírito nos faça crescer na caridade,
oremos, irmãos.


Rito para apagar o círio Pascal no Domingo de Pentecostes

Terminada a oração depois da comunhão o sacerdote se dirige junto ao círio ainda aceso e faz uma breve introdução à liturgia da luz:
Irmãos e irmãs, na noite na qual se deu vida ao alegre tempo Pascal, o “dia de cinqüenta dias”, no momento de acender o Círio, nós aclamamos a Cristo nossa luz. E a luz do Círio pascal nos acompanhou nestes cinqüenta dias e contribuiu não pouco a nos fazer recordar a grande realidade do Mistério pascal.
Hoje, no dia de Pentecostes, fechar-se o Tempo da Páscoa, o Círio é apagado. Este sinal nos é tirado, também porque, educados na escola pascal do mestre Ressuscitado e cheios do fogo dos dons do Espírito Santo, agora, devemos ser nós, “Luz de Cristo” que se irradia, como uma coluna luminosa, que passa no mundo, em meio aos irmãos, para guiá-los no êxodo em direção ao céu, à “terra prometida” definitiva.
Veremos agora, no desenrolar do ano litúrgico, resplender a luz do Círio Pascal sobretudo em dois momentos importantes do caminhar da Igreja: Na primeira Páscoa que viverão os seus filhos com a recepção do Batismo, e por ocasião da última Páscoa, quando, com a morte física, ingressarão na verdadeira vida.

O cantor, ou o diácono dirige-se ao ambão, e de lá canta as invocações a Cristo.
Cantor: Cristo, luz do mundo!                          Todos: Demos graças a Deus!

Sacerdote: Cantando, em reto tom estas e as demais invocações
Ó Sol da justiça, raio bendito, primeira fonte de luz,
Ó ardente desejado, acima de tudo e de todos;                                           
poderoso, inescrutável e inevitável;                                                                                      
alegria do bem, visão da esperança satisfeita,                                                                                                 louvado e celeste, Cristo Senhor,   
Rei da glória, certeza da vida,                                                           
preenche os vazios da nossa voz com a Tua Palavra onipotente,                   
 oferecendo-a como súplica agradável ao teu Pai altíssimo.

Cantor: Cristo, Luz do mundo!                         Todos: Demos graças a Deus!

Sacerdote: Esplendor da glória do Pai,                                                                                                  
que difunde a claridade da verdadeira luz,                 
 raio da luz, fonte de todo esplendor.                                                                       
Tu, dia que ilumina o dia, 
Tu verdadeiro sol, penetra com a tua luz constante            
e infunde nos nossos sentidos a chama do teu Espírito.

Cantor: Cristo, luz do mundo!                         Todos: Demos graças a Deus!

Sacerdote: Sois a lâmpada da casa paterna que ilumina com a luz ardente.                                                     
Sois o sol da justiça, o dia que jamais escurece,                                                                                   
a luminosa estrela da manhã.

Cantor: Cristo, Luz do mundo!                         Todos: Demos graças a Deus!

Sacerdote: Sois do mundo o verdadeiro doador da luz   
mais luminoso que o sol pleno.                                                                                                         
Ilumina os profundos sentimentos do nosso coração.

Cantor: Cristo, Luz do mundo!                        Todos: Demos graças a Deus!

Sacerdote: Ó Luz dos meus olhos,                    
doce Senhor, defesa dos meus dias.      
Ilumina Senhor o meu caminho, pois sois a esperança na longa noite.                                                       
Ó chama viva da minha vida, ó Deus, minha luz.

Cantor: Cristo, Luz do mundo!                        Todos: Demos graças a Deus!

Coral: Hino Pascal “Cristo Ressuscitou”          
enquanto o coral entoa o hino de saudação ao Senhor Ressuscitado, o presidente da celebração incensa o círio ainda  aceso.
 
Cristo ressuscitou! O sertão se abriu em flor                                                                                                                                                                 O sertão se abriu em flor. 
Da pedra água saiu. Era noite e o sol surgiu.
Glória ao Senhor!     
ou
Jesus Cristo, ontem, hoje e sempre,                          
Ontem, hoje e sempre, aleluia!  2x
Terminado o Hino pascal, o Sacerdote faz inclinação ao Círio pascal, e o apaga. Depois, voltado para o povo, canta a oração.

Dignai-vos, ó Cristo, nosso dulcíssimo Salvador, de acender as nossas lâmpadas da fé; 
que em vosso templo elas refuljam constantemente, alimentadas por vós, que sois a luz eterna;            
sejam iluminados os ângulos escuros do nosso espírito                                            
e sejam expulsas para longe de nós as trevas do mundo.
Faz que vejamos, contemplemos, desejemos somente a vós;                
que só a vós amemos,                                                                                                                                    sempre no fervente aguardo de vosso retorno,                       
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.

E toda a assembleia aclama, cantando:            
Jesus Cristo, ontem, hoje e sempre, Ontem, hoje e sempre, aleluia!  2x
Segue a benção final da solenidade de Pentecostes encontra no missal.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Estudo sobre o canto das leituras na missa



Leitura cantada: dá para arriscar?



Prosseguindo nossa reflexão sobre os ritos próprios da Liturgia da Palavra na celebração Eucarística Dominical (e demais solenidades do ano), refletiremos neste mês sobre a possibilidade do canto das leituras. Seguindo as indicações contidas no Ordenamento das Leituras da Missa, “o que mais contribui para uma adequada comunicação da Palavra de Deus à assembleia, por meio das leituras, é a própria maneira de proclamar dos leitores, que devem fazê-lo em voz alta e clara, tendo conhecimento do que lêem. Todavia, podem ser cantadas, mas de tal forma que o canto não obscureça as palavras, mas as esclareça” (Introdução ao Lecionário nº 14).
Refletindo acerca do que o ordenamento litúrgico prescreve, penso que 3 pressupostos devam ser considerados:
1º         nem todo gênero literário é condizente com o canto. Se um poema se torna muito mais eloquente pelo canto suave, a narração de fatos ou as severas exortações contidas nas cartas de Paulo nem sempre se harmonizarão com o canto;
2º         nem todo leitor é um bom cantor. É preferível uma excelente leitura proclamada do que um péssimo texto bíblico cantado – mesmo que o gênero literário permitisse o canto. Mas, atenção: tal argumento não é impediente para se cantar; ao contrário: tal pressuposto é exortativo para se escolher um leitor que também seja dotado das qualidades musicais necessárias para valorizar ainda mais uma leitura que permita ser cantada.  
3º         se o ordenamento litúrgico prevê esta possibilidade – e nossa prática ritual ainda não a assimilou – o momento atual da caminhada litúrgica pós-conciliar pede maior esforço de nossas equipes paroquiais de liturgia para ousarem na preparação das celebrações, no conhecimento minucioso das leituras bíblicas propostas para a liturgia e na capacitação de ministros que possam desempenhar esta nova forma de proclamação da Palavra de Deus, realçando ainda mais o mistério de Deus que se deseja fazer experimentar a comunidade orante.

            Até aqui expomos o canto de toda a leitura como algo facultativo e muito bem executado segundo as exigências acima expostas. Todavia, a introdução ao Lecionário (que, insisto, é texto normativo para a celebração litúrgica no rito latino) também prescreve o canto para a introdução e a conclusão do Evangelho, mesmo quando o Evangelho for lido: “a saudação Proclamação do Evangelho de Nosso Senhor… e Palavra da salvação, ao terminar o Evangelho, é bom que se cantem para que o povo, por sua vez, possa aclamar do mesmo modo, mesmo quando o Evangelho for lido. Dessa forma, exprime-se a importância da leitura evangélica e se promove a fé dos ouvintes” (Introdução ao Lecionário nº 17). 
            Mas a Introdução vai além, quando determina em seu nº 18: “No final das leituras, a conclusão Palavra do Senhor pode ser cantada por um cantor, diferente do leitor que proclamou a leitura, e todos dizem a aclamação. Desse modo, a assembleia honra a Palavra de Deus recebida com fé e com espírito de ação de graças”. Observem a insistência do ordenamento litúrgico: se o leitor que proclamou a leitura não cantar, pode-se inclusive outro ministro, do seu lugar, junto aos músicos, entoar o convite à aclamação: “Palavra do Senhor”, para que a assembleia possa, por meio do canto, aclamar com maior intensidade a Deus que lhe enviou sua Palavra.
            Se a atitude celebrativa proposta pode “escandalizar alguns mais ortodoxos”, poder-se-ia conferir a sua prática nas celebrações da basílica vaticana por qualquer meio de comunicação. Sempre um cantor entoa a aclamação conclusiva da leitura após o leitor terminar sua proclamação do ambão. Se quisermos honrar o Domingo como a grande solenidade semanal do Senhor, tal “sugestão normativa” poderá ser tranquilamente implantada em nossas celebrações paroquiais. Eis também, mais uma proposta para aplicarmos as prescrições pós-conciliares na comemoração dos 50 anos da Sacrosanctum Concilium.