sexta-feira, 31 de agosto de 2012

São Francisco das Chagas - proposta de celebração do Padroeiro Diocesano para as paróquias


Proposta de Celebração no dia de São Francisco das Chagas
Referência ao Padroeiro Diocesano
nas celebrações de 04, 06 e 07 de outubro de 2012

Revmos. Padres,  
Revdos. Diáconos,  
Estimados amigos e amigas responsáveis pelas celebrações litúrgicas em nossa Diocese de Taubaté
Paz e Bem!
Como é de conhecimento de todos, aproxima-se o dia 04 de outubro, festa de São Francisco das Chagas, padroeiro Diocesano, de nossa Catedral e do município de Taubaté.
Convém recordarmos o exemplo de santidade do “pobrezinho de Assis” que, mantendo-se fiel e unido à Igreja Católica por meio de sua hierarquia, soube marcar seu tempo – e todos os demais – com sua entrega radical ao Senhor e sua reforma das estruturas eclesiais sem romper com a unidade da Igreja de Cristo.
Nossa catedral o tem como seu patrono, bem como o município de Taubaté, sede de nosso bispado.  Contudo, não somente a cidade, mas toda a Diocese de Taubaté carrega seu nome, conta com sua intercessão e dever-se-ia comprometer com seus exemplos: somos a Diocese de São Francisco das Chagas de Taubaté!
Por isso convém que a Comissão Diocesana de Liturgia apresente às comissões paroquiais e equipes de celebração de nossas comunidades algumas propostas para que o dia em que honramos nosso grande patrono não passe despercebido.
Como dia 04 de outubro será uma quinta-feira, dia em que tradicionalmente nossas igrejas contam com a celebração da Eucaristia, as propostas que se seguem poderão ser celebradas no dia mesmo em que a Igreja Universal celebra são Francisco. Contudo, como a maioria dos cristãos se reúnem em assembleia apenas nas celebrações dominicais – e como a celebração Dominical tem precedência sobre todas as demais – para as missas de 06 e 07 de outubro, sábado e Domingo da 27ª semana do Tempo Comum, propomos que se faça, a critério do pároco juntamente com os responsáveis de cada celebração, apenas uma referência ao padroeiro diocesano durante a oração dos fiéis (que poderá ser substituída pelo canto da “Oração de São Francisco”) e ao final da celebração, antes da benção final, com a apresentação do vídeo que segue também em anexo (nas comunidades que contarem com projetor multimídia) ou com o canto franciscano.
Desejamos que estas propostas celebrativas encontrem terreno fértil em nossas comunidades paroquiais, para que a santidade divina que tocou Francisco e o modelou também toque nossa existência por meio das celebrações dos mistérios do Senhor.
Estas propostas e orientações foram apresentadas ao senhor Bispo Diocesano no dia 24 de agosto, que as aprovou.

Taubaté, 31 de agosto de 2012.

Pe. Roger Matheus dos Santos,  
Pela Comissão Diocesana de Liturgia


Homenagem ao Padroeiro Diocesano
Como forma de celebração do padroeiro de nossa Diocese, respondendo aos apelos do nosso plano de Evangelização e pastoral e em comunhão com os preparativos para a Jornada Mundial da Juventude em 2013, apresentamos para as comunidades que contarem com projetor multimídia um pequeno vídeo que poderá ser passado antes da benção final das missas de 04 de outubro (quinta-feira), 06 e 07 de outubro (sábado e Domingo), segundo as orientações do pároco local. Às comunidades que não contam com este recurso áudio-visual, sugerimos que as equipes de música entoem esta música igualmente antes da benção final (podendo ser enriquecida com alguma encenação com a juventude, outras ideias segundo a criatividade local ou mesmo apenas a música cantada por toda a assembleia).  É conveniente que tanto o vídeo quanto a música sejam precedidos por esta monição ou outra semelhante, feita por aquele que preside a celebração ou pelo animador da mesma. 

Monição: Hoje (ou, “no último dia 04 de outubro”), celebramos a Festa de São Francisco das Chagas, padroeiro de nossa Diocese de Taubaté. Queremos celebrar a unidade de nossa Igreja Diocesana que honra seu padroeiro e suplica sua intercessão por todos nós. Que as palavras do querido papa João Paulo II nos ajude a admirar ainda mais o “pobrezinho de Assis” e a seguir o Senhor Jesus com a mesma radicalidade com que ele seguiu.
"Ó São Francisco, estigmatizado do Monte Alverne,
o mundo tem saudades de ti como imagem de Jesus Crucificado.
Tem necessidade do teu coração aberto para Deus e para o homem,
dos teus pés descalços e feridos, das tuas mãos trespassadas e implorantes.
Tem saudades da tua voz fraca, mas forte pelo Evangelho.
Ajuda, Francisco, os homens de hoje a reconhecerem
o mal do pecado e a procurarem a purificação da penitência.
Ajuda-os a libertarem-se das próprias estruturas de pecado que oprimem a sociedade de hoje.
Reaviva na consciência dos governantes a urgência da paz nas Nações e entre os povos.
Infunde nos jovens o teu vigor de vida, capaz de fazer frente às insídias das múltiplas culturas da morte.
Aos ofendidos por toda espécie de maldade,
comunica, Francisco, a tua alegria de saber perdoar.
A todos os crucificados pelo sofrimento, pela fome e
pela guerra, reabre as portas da esperança. Amém".

(segue, em seguida, o vídeo – que será postado oportunamente neste Blog e entregue uma cópia na reunião mensal dos coordenadores paroquiais de Liturgia em 15 de setembro – ou a música sobre são Francisco)

Meu amigo deixou seu dinheiro,
sua herança e os direitos que tinha
era jovem demais o menino!
disse o pai, o vizinho e a vizinha.

Meu amigo encontrou a verdade
e em seu rosto banhado de luz.
Pelas ruas de sua cidade
meu amigo imitava Jesus.

Irmão vento, irmão sol, irmã lua,
irmão lobo tu és meu irmão.
Rouxinol, sabiá, criaturas de Deus,
somos obras de suas mãos.

Meu amigo viveu sem ter nada,
por esposa escolheu a pobreza,
era jovem demais o menino!
não podia ter tanta certeza.

Foi assim que ele abriu um caminho
para quem quer viver só de amor.
Não ficou muito tempo sozinho,
gente nova o seguiu com fervor.

Irmão vento, irmão sol, irmã lua,
irmão lobo tu és meu irmão.
Rouxinol, sabiá, criaturas de Deus,
somos obras de suas mãos.

Hoje em dia nos jovens que eu vejo
irrequietos, num mundo infeliz,
eu renovo a esperança e o desejo
de topar com Francisco de Assis.
 
Calça Lee, pé no chão, mundo novo,
mil idéias de renovação.
Eles são consciência do povo,
queira Deus que eles cresçam irmãos.

Irmão vento, irmão sol, irmã lua,
irmão lobo tu és meu irmão.
Rouxinol, sabiá, criaturas de Deus,
somos obras de suas mãos.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

orientações e propostas para o "Mês da Bíblia"



SETEMBRO – MÊS DA BÍBLIA
Como conciliar o Mês da Bíblia com a Liturgia?


Como nasceu o Mês da Bíblia?
O Mês da Bíblia surgiu em 1971, por ocasião do cinquentenário da Arquidiocese de Belo Horizonte, MG. Foi levado adiante com a colaboração do Serviço de Animação Bíblica das Paulinas (SAB), até posteriormente ser assumido pela Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e estender-se ao âmbito nacional.

Seus Objetivos são:
- Contribuir para o desenvolvimento das diversas formas de presença da Bíblia, na ação evangelizadora da Igreja, no Brasil;
- Criar subsídios bíblicos nas diferentes formas de comunicação;
- Facilitar o diálogo criativo e transformador entre a Palavra, a pessoa e as comunidades.

Seu objetivo não é:
Restringir-se às celebrações litúrgicas – muito pelo contrário! A Palavra de Deus já é muito bem valorizada em cada Celebração Eucarística pela sua proclamação, meditação e atualização no decurso da Liturgia da Palavra. Em outras palavras, os ritos litúrgicos, quando bem executados, já reconhecem à Palavra de Deus a sua dignidade. A intenção do Mês da Bíblia é fazer com que a Palavra de Deus seja tão valorizada na vida pastoral da Igreja e no ambiente familiar como desde sempre ela o fora no contexto litúrgico.
Desse modo percebe-se que não é preciso – nem permitido – transformar as celebrações eucarísticas do mês de setembro em “celebrações da Bíblia”. Ao contrário, deveremos procurar meios de conscientizar os membros de nossas assembleias que a Palavra de Deus deverá ser lida, meditada, rezada, celebrada e vivida também fora das celebrações.
Para tanto, a Comissão Diocesana de Liturgia apresenta algumas orientações sobre como se proceder nas celebrações no decorrer do mês de setembro.

Sugestões para o mês de setembro:
         valorize-se ainda mais os ritos próprios da liturgia da Palavra: Procissão de entrada da missa com o Evangeliário levado solenemente pelo diácono, ou, em sua falta, pelo leitor – logo, sejam evitadas (ou, preferencialmente suprimidas) as “entradas da Bíblia” antes da Liturgia da Palavra; a mesa da Palavra poderá ser valorizada com um arranjo floral mais vistoso junto a ela;
         proclamação da Palavra de Deus por leitores bem preparados espiritualmente e também quanto à técnica;
        valorização, no momento dos avisos, das atividades pastorais pertinentes ao mês da Bíblia, como formação sobre o livro bíblico estudado (neste ano, o Evangelho de Marcos), círculos bíblicos, etc.
         conscientização da comunidade, por parte do presidente da celebração, que o Mês da Bíblia deverá ser um despertar para o valor da Sagrada Escritura lida, meditada, rezada e vivida individualmente, em família e comunitariamente durante todo o ano (e não apenas neste mês de conscientização). Também poderá ser feita, neste sentido, uma das intenções da Oração dos Fiéis em cada final de semana.

Propostas concretas para as celebrações
         Pode-se fazer junto à porta principal da Igreja o nicho em que a Bíblia ficará exposta no decorrer do mês. A intenção de colocá-la junto à porta (no limiar entre o “local celebrativo” e a “casa” dos fiéis) é demonstrar a intenção do mês: conscientização da comunidade sobre a importância da Bíblia não só na celebração mas sobretudo na vida cotidiana.
Ressalva importante: algumas de nossas comunidades não possibilitam a colocação de um nicho para a Bíblia junto à porta principal por questões de segurança ou mesmo falta de espaço. É preciso adaptar-se segundo as necessidades, possibilidades e criatividade de cada realidade...
         Ao final das celebrações do primeiro final de semana de setembro (1º e 2 de setembro), antes da benção final, aquele que preside ou outro ministro, poderá explicar o sentido do mês da Bíblia (como exposto acima) e ele mesmo junto com uma família poderá fazer a procissão e entronização da bíblia em seu nicho enquanto se canta um canto apropriado sobre a Bíblia. Este gesto de “abertura” do mês de setembro poderá ser antes da benção final (assim o padre voltaria ao altar para o encerramento da celebração) ou posterior a ela, como canto final.
         Pode-se exortar as famílias a terem também um local de destaque em suas casas para a bíblia (evitar o costumeiro uso do termo “altar”) e terem um momento diário de leitura e oração de algum texto bíblico em família.
         Nas celebrações do último final de semana de setembro (dias 29 e 30) pode-se retomar o gesto de abertura do mês da Bíblia: ao final da celebração aquele que preside ou outro ministro devidamente preparado pode exprimir o desejo de que a conscientização sobre a importância da Palavra de Deus em nossa experiência pessoal, familiar e comunitária continue durante todo o decorrer do ano. Durante um canto de saudação à Bíblia o presidente da celebração juntamente com uma família poderão se dirigir até a entrada da Igreja para buscar a Bíblia e levá-la até o altar para ser saudada pela comunidade. Encerra-se a celebração com a benção final solene[1]:

Pres: O Senhor esteja convosco.
Todos: Ele está no meio de nós.

Pres: Deus vos abençoe com todas as bênçãos celestes;
sempre vos faça santos e puros à sua presença;
derrame sobre vós com abundância as riquezas de sua glória;
que Ele vos instrua com as palavras da verdade e com o Evangelho da salvação;
e vos enriqueça sempre de amor fraterno,
por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém.

Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Todos: amém.


[1] Extraída do rito da benção de um novo ambão, Ritual de Bênçãos, p. 333.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

subsídio para o mês vocacional 2012


O Serviço de Animação Vocacional de nossa Diocese preparou este material para as celebrações dominicais de agosto – mês de conscientização sobre as vocações na Igreja. Contamos Com a colaboração de todos neste tempo forte de oração.
Fraterno abraço!

AGOSTO – MÊS VOCACIONAL
Dia 05 de agosto – Domingo
18o Domingo do Tempo Comum
Vocação ao Ministério Ordenado – Dia do Padre

Junto à porta principal da igreja preparar um bonito painel lembrando o mês vocacional dando destaque à vocação específica de cada domingo. Pode-se colocar junto à Mesa da Palavra algum objeto símbolo do Sacerdócio.

Monição Inicial – Queridos irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos a este encontro fraterno em que nos reunimos para celebrar a nossa fé no Cristo Ressuscitado. O mês de agosto é, na Igreja do Brasil, um tempo dedicado mais particularmente às vocações. Neste primeiro domingo, lembramos a vocação ao Ministério Ordenado: Diáconos, Padres e Bispos.
Rezemos de modo especial por aqueles que fazem parte de nossa Diocese. (lembrar o nome do(s) padre(s) de nossa paróquia e fazer a recordação da vida, incluindo os nossos Seminários Diocesanos). Alegres por todos os sacerdotes que se doam a serviço do Reino e por todos os motivos que nos levam a celebrar a nossa fé e vida, cantemos.

Oração da Assembléia
- Senhor, iluminai vossa Santa Igreja para que saiba evangelizar com simplicidade e seja exemplo de desapego aos bens materiais. Nós vos pedimos.
- Senhor, abençoai nossos padres em sua dedicação no serviço ao Reino, fortalecei suas vocações e concedei que, a exemplo de Cristo, se tornem sempre mais servidores da vossa Igreja. Nós vos pedimos.
- Senhor, iluminai os seminaristas de nossa Diocese, encorajando-os em sua caminhada de discernimento do Chamado que o Senhor lhes fez, bem como todos os que se doam para manter e conduzir os nossos Seminários. Nós vos pedimos.
- Senhor, recompensai todos aqueles que contribuem com a Animação Vocacional da nossa diocese, partilhando um pouco do que têm para ajudar na formação dos nossos futuros padres. Nós vos pedimos.
- Senhor, livrai-nos da tentação do apego aos bens materiais e do consumo sem limites para que possamos ser livres e generosos, buscando sempre ajuntar os tesouros que não se perdem na vida eterna. Nós vos pedimos.

Depois da Oração pós-comunhão levar a assembleia a cantar: “Enviai Senhor santos operários, para a vossa Messe, pois a Messe é grande Senhor e os operários são poucos!”

Oração Vocacional
Ó Pai, fazei com que surjam, entre os cristãos, numerosas e santas vocações ao sacerdócio, que mantenham viva a fé e conservem a grata memória do vosso Filho Jesus pela pregação da sua palavra e pela administração dos sacramentos com os quais renovais continuamente os vossos fiéis.
            Dai-nos santos ministros do vosso altar, que sejam atentos e fervorosos guardiões da Eucaristia, o sacramento do supremo dom de Cristo para a redenção do mundo.
Chamai ministros da vossa misericórdia, os quais, através do sacramento da Reconciliação, difundam a alegria do vosso perdão.
            Fazei, ó Pai, que a Igreja acolha com alegria as numerosas inspirações do Espírito do vosso Filho e, dóceis aos seus ensinamentos, cuide das vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada.
            Ajudai os Bispos, os sacerdotes, os diáconos, as pessoas consagradas e todos os batizados em Cristo para que cumpram fielmente a sua missão no serviço do Evangelho.
            Nós Vos pedimos por Cristo, nosso Senhor. Amém.
            Maria, Rainha dos Apóstolos, rogai por nós.
Papa Bento XVI
 
Dia 12 de agosto – Domingo
19o Domingo do Tempo Comum
Vocação à vida em Família e Dia dos Pais

Preparar o espaço celebrativo levando em consideração o mês vocacional, o dia dos pais e a vocação matrimonial.  

Monição Inicial – Irmãos e irmãs sejam todos bem-vindos para celebrar a Páscoa de Jesus Cristo. Hoje iniciamos a Semana Nacional da Família e recordamos particularmente a vocação paterna. Nesta celebração vamos agradecer ao Senhor todo carinho, atenção e a doação dos pais que conduzem seus filhos e filhas no caminho da justiça e da fraternidade. Unidos na fé e na esperança de construirmos um mundo melhor, cantemos.

Oração da Assembleia
Presidente: – Ao Pai que conhece as nossas necessidades e nos concede o que pedimos com fé, elevemos as nossas preces, cantando após cada pedido:
Vossa Igreja vos pede, ó Pai! Senhor, nossa prece escutai!
- Pai do Céu, protegei a vossa Santa Igreja em toda a terra e a mantenha sempre vigilante e pronta a servir com amor o vosso rebanho. Nós vos pedimos.
- Pai do Céu, iluminai aqueles que têm muitos bens materiais, para que saibam servir-se de suas riquezas com responsabilidade, não esquecendo dos mais necessitados. Nós vos pedimos.
- Pai do Céu, fortalecei todos os homens aos quais foi concedida a graça da paternidade, para que sejam presença de amor e carinho junto às suas famílias. Nós vos pedimos.

Apresentação das Oferendas
Uma família poderá trazer o Pão e o Vinho

Depois da Oração pós-comunhão levar a assembléia a cantar: “Enviai Senhor santos operários, para a vossa Messe, pois a Messe é grande Senhor e os operários são poucos!”

Onde for possível, e, de acordo com o tempo, crianças ou adolescentes com boa leitura, proclamam em forma de jogral a mensagem abaixo:

Pedidos de um filho a seu pai
- Pai, não me dê tudo o que peço.
- Pai, não me dê só ordens: peça para eu fazer e farei com mais alegria.
- Pai, cumpra suas promessas: se promete um prêmio, quero o prêmio, se promete castigo, dê o castigo merecido.
- Pai, não me corrija na frente dos outros: ensine-me quando estivermos sozinhos. – Pai, indique o bom caminho e deixe-me caminhar: se você fizer tudo, eu jamais aprenderei.
- Pai, não minta nem peça para eu mentir, sequer para sair de alguma enrascada. Se errar, assuma. Eu vou estimá-lo e aprender a segui-lo.
- Pai , trate-me com amabilidade, como faz com meus amigos. Nós somos os melhores amigos.
- Pai, não me peça para fazer o que você não faz.
- Pai, ensine-me a conhecer e amar a Deus. Mas conheça-o e ame-o antes para que aprenda com suas palavras e ações.
- Pai, quando eu precisar de lhe contar algum problema meu, não diga “não tenho tempo”!
- Pai, compreenda-me, ajude-me, ame-me… e diga que me ama. Vou gostar de ouvir.

Oração Vocacional
Ó Pai, fazei com que surjam, entre os cristãos, numerosas e santas vocações ao sacerdócio, que mantenham viva a fé e conservem a grata memória do vosso Filho Jesus pela pregação da sua palavra e pela administração dos sacramentos com os quais renovais continuamente os vossos fiéis.
            Dai-nos santos ministros do vosso altar, que sejam atentos e fervorosos guardiões da Eucaristia, o sacramento do supremo dom de Cristo para a redenção do mundo.
Chamai ministros da vossa misericórdia, os quais, através do sacramento da Reconciliação, difundam a alegria do vosso perdão.
            Fazei, ó Pai, que a Igreja acolha com alegria as numerosas inspirações do Espírito do vosso Filho e, dóceis aos seus ensinamentos, cuide das vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada.
            Ajudai os Bispos, os sacerdotes, os diáconos, as pessoas consagradas e todos os batizados em Cristo para que cumpram fielmente a sua missão no serviço do Evangelho.
            Nós Vos pedimos por Cristo, nosso Senhor. Amém.
            Maria, Rainha dos Apóstolos, rogai por nós.
Papa Bento XVI

 
Dia 19 de agosto - Domingo
SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
Dia da VIII Caminhada Vocacional Diocesana
Vocação à vida Religiosa Consagrada

Junto à porta principal da igreja preparar um bonito painel lembrando o mês vocacional, dando destaque à vocação específica de cada domingo, incluindo uma estampa de Maria, ornamentada com beleza e simplicidade, com o tema da celebração. O espaço simbólico poderá ser preparado no presbitério, próximo ao altar (a seu lado), com uma imagem de Nossa Senhora (caso já haja alguma no presbitério, pode-se usá-la, ou, se há dificuldade de locomovê-la, pode-se fazer o arranjo no lugar onde ela está) e um arranjo de flores que se elevam do chão até os pés da imagem, para demonstrar que com Maria nos elevamos ao céu. Antes de iniciar, entoar o refrão abaixo: “Vocação é sem medo dizer sempre sim. É gritar que o Amor não tem fim. Sendo fiel à sua Missão. Vocação é deixar tudo, tudo e partir. É tomar sua Cruz e seguir, na Paz infinita do Cristo Jesus!”

 Monição Inicial - Amados irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos. Reunidos neste momento privilegiado de contemplação do mistério de Deus presente em nossa vida e das pessoas que compartilham conosco a mesma fé, celebramos com alegria a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, reconhecendo a importância que Maria teve no plano de Deus e na história de nossa salvação. Celebrando o encerramento da Semana da Família, lembremos de modo especial, das vocações religiosas, dos irmãos e irmãs consagrados, que doam suas vidas a serviço do Reino testemunhando Jesus Cristo como discípulos missionários. Com o coração em festa, cantemos.
Após a Procissão de entrada e a Saudação Inicial feita pelo Presidente, pode-se realizar uma entrada com a imagem de Nossa Senhora.

Pode-se ler - Maria é mãe que acolhe e protege o Redentor e continua no céu a missão de ser nossa protetora e nossa intercessora. Acolhamos com amor e devoção a imagem da Mãe de Jesus e da Igreja.
(Durante o canto várias crianças com vestes brancas e com flores nas mãos formam um corredor e uma família entra com a imagem, colocando-a em lugar previamente preparado).
Pode-se cantar o seguinte:
1. Maria concebida, sem culpa original, trouxeste a luz da vida na noite de Natal. Tu foste imaculada na tua conceição, ó mãe predestinada da nova criação.
Maria da Assunção, escuta a nossa voz e pede proteção a cada um de nós. (bis)
2. Maria, mãe querida, sinal do eterno amor. No ventre deste a vida e corpo ao Salvador. Ao céu foste elevada por anjos do Senhor, na glória coroada, coberta de esplendor.

Oração da Assembleia:
- Tirai de nosso meio as ameaças de morte provocadas pela maldade, e ajudai-nos a gerar vida divina na sociedade. Vos pedimos:
Nossa Senhora da Assunção, rogai conosco ao Pai!
- Acolhei, Deus de bondade, nossa Igreja como esposa fiel e concedei aos vossos filhos e filhas a alegria de um dia participar da felicidade eterna. Vos pedimos:
- Vós que sois a fonte da vida, não nos deixeis desanimar no empenho de gestar vossa vida divina entre nós para o bem do mundo inteiro. Vos pedimos:
- A exemplo de Maria, vossa filha predileta, abri nossos olhos para ver as necessidades de nossos irmãos e irmãs e ir ao encontro deles pelo serviço fraterno. Vos pedimos:
- Hoje, confiamos a vós os religiosos e os consagrados, para que através de seu testemunho de vida sejam promotores do Evangelho em nosso mundo. Vos pedimos:
-Queremos também rezar pelo Serviço de Animação Vocacional de nossa diocese que hoje realiza a VIII Caminhada Vocacional Diocesana. Que todos se sintam cada vez mais comprometidos em animar os jovens para que descubram sua vocação. Vos pedimos

 Depois da Oração pós-comunhão levar a assembleia a cantar: “Enviai Senhor santos operários, para a vossa Messe, pois a Messe é grande Senhor e os operários são poucos!”

Oração Vocacional
Ó Pai, fazei com que surjam, entre os cristãos, numerosas e santas vocações ao sacerdócio, que mantenham viva a fé e conservem a grata memória do vosso Filho Jesus pela pregação da sua palavra e pela administração dos sacramentos com os quais renovais continuamente os vossos fiéis.
            Dai-nos santos ministros do vosso altar, que sejam atentos e fervorosos guardiões da Eucaristia, o sacramento do supremo dom de Cristo para a redenção do mundo.
Chamai ministros da vossa misericórdia, os quais, através do sacramento da Reconciliação, difundam a alegria do vosso perdão.
            Fazei, ó Pai, que a Igreja acolha com alegria as numerosas inspirações do Espírito do vosso Filho e, dóceis aos seus ensinamentos, cuide das vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada.
            Ajudai os Bispos, os sacerdotes, os diáconos, as pessoas consagradas e todos os batizados em Cristo para que cumpram fielmente a sua missão no serviço do Evangelho.
            Nós Vos pedimos por Cristo, nosso Senhor. Amém.
            Maria, Rainha dos Apóstolos, rogai por nós.
Papa Bento XVI

 
Dia 26 de agosto – Domingo
21o Domingo do Tempo Comum
Vocação dos Leigos

Preparar o espaço celebrativo levando em consideração o mês vocacional, neste dia, a vocação leiga.

Monição inicial: Caríssimos irmãos e irmãs, graça e paz a todos vocês que vieram participar conosco da celebração do Mistério Pascal, neste dia em que trazemos presente a vocação leiga na Igreja. Peçamos ao Senhor da vida nesta celebração que nos ajude a assumirmos com amor, alegria e responsabilidade nossa vocação leiga de discípulos missionários no ambiente em que vivemos. Jubilosos, cantemos.
Procissão de entrada como de costume. Convidar o Conselho Paroquial de Pastoral para participar.

Oração da Assembleia
- Deus de amor, despertai mais vocações leigas em vossa Igreja, para que vosso projeto de vida seja anunciado a todos os irmãos(as), a fim de que tenhamos uma sociedade mais justa e fraterna. Nós vos pedimos.
- Deus de amor, abri nosso coração aos vossos ensinamentos para que, mesmo sendo difícil, optemos em passar pela porta estreita, pois sabemos que encontraremos a plenitude da vida. Nós vos pedimos.
- Senhor, dai-nos sabedoria para acolher os ensinamentos do vosso Filho Jesus e praticá-los fielmente com humildade e simplicidade no relacionamento com o próximo e na valorização dos trabalhos comunitários. Nós vos pedimos.
- Senhor, guiai-nos na vivência de nossa vocação batismal, nos serviços e ministérios de nossa comunidade. Nós vos pedimos.
- Senhor, abençoai todos os catequistas que hoje celebram o seu dia, para que, impulsionados pela força do Espírito Santo, se empenham em trabalhar com ardor pela vossa messe. Nós vos pedimos.
 Depois da Oração pós-comunhão levar a assembleia a cantar: “Enviai Senhor santos operários, para a vossa Messe, pois a Messe é grande Senhor e os operários são poucos!”

Oração Vocacional
Ó Pai, fazei com que surjam, entre os cristãos, numerosas e santas vocações ao sacerdócio, que mantenham viva a fé e conservem a grata memória do vosso Filho Jesus pela pregação da sua palavra e pela administração dos sacramentos com os quais renovais continuamente os vossos fiéis.
            Dai-nos santos ministros do vosso altar, que sejam atentos e fervorosos guardiões da Eucaristia, o sacramento do supremo dom de Cristo para a redenção do mundo.
Chamai ministros da vossa misericórdia, os quais, através do sacramento da Reconciliação, difundam a alegria do vosso perdão.
            Fazei, ó Pai, que a Igreja acolha com alegria as numerosas inspirações do Espírito do vosso Filho e, dóceis aos seus ensinamentos, cuide das vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada.
            Ajudai os Bispos, os sacerdotes, os diáconos, as pessoas consagradas e todos os batizados em Cristo para que cumpram fielmente a sua missão no serviço do Evangelho.
            Nós Vos pedimos por Cristo, nosso Senhor. Amém.
            Maria, Rainha dos Apóstolos, rogai por nós.
Papa Bento XVI

terça-feira, 26 de junho de 2012

O uso do projetor multimídia na Liturgia - CNBB


O uso do Projetor Multimídia na Liturgia

Elementos para reflexão
Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB



1.    O uso do projetor multimídia na liturgia é hoje uma realidade frequente em nossas comunidades. Por se tratar de uma realidade relativamente recente e ainda pouco refletida em nosso meio, causando discussões e até mesmo divergências de opinião, a Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB quer oferecer, com a presente nota, alguns elementos para uma reflexão e futuros aprofundamentos da parte do episcopado nacional, dos liturgistas, dos párocos e todos os agentes de pastoral litúrgica em nosso país e, sobretudo, daqueles que utilizam o projetor multimídia como recurso para a liturgia.
2.    A partir do Concílio Vaticano II e da reforma litúrgica dele derivada, como compreender esta realidade? Seria esta uma simples adaptação à cultura moderna? Apenas uma moda, como foi com o retroprojetor, que depois caiu em desuso? Uma criatividade litúrgica? Quais os motivos da introdução deste meio na liturgia? Seria o projetor multimídia algo a ser realmente necessário na liturgia?

Vendo a realidade do uso do projetor multimídia na liturgia
3.    Em diferentes comunidades, o projetor multimídia vem sendo utilizado como recurso audiovisual para, por exemplo:
•    projetar cantos num telão ou numa parede da igreja, inclusive fazendo a correção de textos ou “correndo” com slides durante a ação ritual;
•    projetar as orações presidenciais, inclusive a oração eucarística, enquanto o presidente as proclama; projetar as leituras bíblicas enquanto são proclamadas;
•    projetar a homilia ou parte dela, de forma esquemática, enquanto é proferida, chegando até mesmo a ser acompanhada por trilha sonora;
•    projetar, durante a homilia e a oração eucarística, imagens ou vídeo de Jesus retratando ações correspondentes a estes momentos rituais como, por exemplo, cenas da última ceia projetadas durante a narrativa da instituição, no momento em que Jesus parte o pão;
•    projetar ícones em diferentes momentos da celebração, bem como mensagens após a comunhão;
•    e também projetar os textos da liturgia das horas.
Estes exemplos - como outros que poderiam ser citados -, nos servirão de referência para refletirmos sobre a complexa realidade do uso do projetor multimídia na liturgia.

Justificativas comumente dadas para o uso
4.    São várias as justificativas apresentadas por aqueles que se utilizam deste meio. Dentre elas, elencamos algumas:
•    Por questões econômicas e ecológicas (menos custos e gastos de papel), a utilização do projetor multimídia leva a eliminar o uso dos “folhetos litúrgicos” e livros de cantos.
•    É mais prático, tendo os textos em um só lugar e projetá-los, do que multiplicar e distribuir papéis, como aqueles usados para os cantos.
•    O uso do projetor multimídia ajuda e facilita a participação da assembleia na liturgia, porque ela (a assembleia) se vê livre e despreocupada de manter folhas e objetos nas mãos.
•    O projetor multimídia é mais rico em recursos do que o retro-projetor, também mais econômico em relação ao gasto com transparências.

Elementos para reflexão sobre essa realidade
5.    É compreensível a iniciativa do uso do projetor multimídia com as suas justificativas, pois revelam zelo e preocupação pastoral em relação à liturgia. No entanto, do ponto de vista teológico-litúrgico, tudo isso demanda revisão, reflexão e aprofundamento, tendo em vista, sempre, a participação plena da assembleia.
6.    Na reflexão sobre esta realidade, um primeiro elemento a ser considerado é a noção de participação ativa na liturgia. O que é mesmo participar de uma ação litúrgica? É participar da salvação (cf. Sacrosanctum Concilium, SC, 2) que sempre de novo nos é dada através dos ritos e sinais sensíveis da liturgia da Igreja (cf. SC 5-7), pelos quais somos incorporados à morte e ressurreição de Cristo em seu mistério pascal (cf. SC 5-7).
7.    Os ritos têm o seu espaço próprio, cujo centro são as duas mesas: a da Palavra e da Eucaristia. A mesa da Eucaristia deve ocupar “um lugar que seja de fato o centro para onde espontaneamente se volte a atenção de toda a assembleia dos fiéis” (Instrução Geral ao Missal Romano, IGMR, n. 299). Isso significa que nada deve nos distrair deste centro. Caso contrário, a participação ativa ficará comprometida.
8.    A ação salvadora de Deus se dá, sobretudo, quando, em torno à mesa eucarística, é proclamada a grande ação de graças da Igreja ao Pai, por Cristo e no Espírito Santo. De fato, a oração eucarística é o “centro e ápice de toda a celebração” (IGMR n. 78), quando a mente e o coração de todos devem se voltar para o alto, isto é, para Deus. Portanto, no momento da sua proclamação, é importante que o foco das atenções esteja no altar para acompanharmos e participarmos deste momento ritual. Por isso, não convém que a assembleia acompanhe o texto da oração eucarística, seja ele impresso ou projetado, mas, com os olhos voltados para o altar, ouça a voz do presidente que proclama a solene ação de graças. Neste momento, não pode a assembleia centrar-se em imagens ou filmes projetados no telão – nem mesmo deverá centrar-se no texto da referida oração enquanto esta é projetada, mas sim no altar do Senhor e na oração em si que deste local é elevada ao Pai por meio daquele que preside a assembleia. As aclamações da assembléia poderiam ser proferidas ou preferencialmente cantadas pelo diácono ou outro ministro do canto e repetidas pelo povo.
9.    O que foi dito sobre mesa eucarística, pode-se também dizer sobre a mesa da Palavra, como nos ensina a Igreja: “A dignidade da Palavra de Deus requer na Igreja um lugar condigno de onde possa ser anunciada e para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra” (IGMR n. 309). Consequentemente, a Palavra de Deus, quando proclamada e partilhada pela homilia, exige de nós a atitude discipular de escuta. Na liturgia, ela está para ser proclamada e ouvida. Assim sendo, estaria muito mais de acordo com a natureza da liturgia a assembleia voltar-se para o ambão, com olhos e ouvidos atentos ao ministro que proclama a Palavra “em voz alta e distinta” (cf. IGMR 38), em vez de acompanhá-la com os olhos fixos num texto impresso ou em projeções no telão – sejam elas do texto que se está proclamando, sejam de imagens relativas ao conteúdo do mesmo.
10.     A participação ativa na liturgia exige uma interação entre quem proclama a Palavra e a assembleia que a escuta, entre a presidência e assembleia, entre esses e o próprio Deus, entre Deus e o seu povo, por força das ações rituais. Ao mesmo tempo, exige o uso cuidadoso dos livros litúrgicos, porque eles “lembram aos fiéis a presença de Deus que fala a seu povo... e são sinais e símbolos das realidades do alto na ação litúrgica” (Introdução ao Lecionário da Missa, ILM, 35), não devendo por isso ser “substituídos por outros subsídios de ordem pastoral” (ILM 37), sejam eles impressos ou projeções.
11.     O Concílio Vaticano II resgatou a ampla compreensão de presença real de Jesus Cristo na liturgia (no ministro, na Palavra, na assembleia reunida e orante, nos sacramentos, sobretudo nas espécies eucarísticas), proclamando que Cristo mesmo age nas ações litúrgicas (cf. SC 7). A Igreja nos convoca, pois, a valorizar estas diversas presenças. Imagens projetadas durante a celebração desviam a nossa atenção da ação de Jesus Cristo, aqui e agora, na própria ação ritual. Além disso, sendo o filme, ou vídeo, um acontecimento em si mesmo, não se destina a ilustrar outro acontecimento que é o mistério de Cristo e da Igreja na própria ação ritual em ato. Se temos a necessidade da projeção de imagens do passado, talvez o seja pela nossa dificuldade em viver no presente aquilo que as ações rituais tornam realidade. A solução não se encontra em paliativos áudio-visuais teatralizantes mas na busca de uma celebração cada vez mais autêntica em seus ritos e na Palavra proclamada por parte dos ministros responsáveis pelas mesmas.
12.     O ministro, tanto no momento de proclamar a Palavra como na ação ritual de presidir a Eucaristia, age in persona Christi. O Cristo assume a voz, o olhar, o rosto, os braços, o corpo todo do ministro para, por ele, se comunicar com o povo cristão reunido em assembleia e, na unidade do Espírito Santo, glorificar ao Pai. Então, como fica quando a assembléia se vê obrigada a ter que desviar sua atenção para o telão, exatamente quando teria de contemplar a ação do Cristo vivo na pessoa do ministro? E como fica aí a “participação ativa”, no verdadeiro sentido teológico-litúrgico, pedida com insistência pelo Vaticano II?
13.     O uso do projetor multimídia na liturgia, como estamos vendo, além de interferir na ação ritual, entra em competição com a liturgia, gerando distração.
14.     O uso didático do projetor multimídia, utilizando aparelhos (computador, fiação, projetor, mesa, telão), sem dúvida interfere na composição e na estética do próprio espaço celebrativo enquanto “sinal e símbolo das coisas divinas” (cf. IGMR 288). Dependendo da localização, não seria o projetor multimídia um elemento estranho ao espaço celebrativo, dificultando a execução das ações sagradas e a ativa participação dos fiéis? Na verdade, com o uso desses aparatos corre-se inclusive o risco de tornar o espaço celebrativo em quase “sala de aula”, de “conferência”, ou uma extensão da minha “sala de TV”.
15.     Além do mais, com o uso de projetor multimídia na liturgia, não se corre o risco da acomodação, no sentido de não se precisar mais investir na formação litúrgica e nem mesmo buscar uma melhor qualidade do espaço celebrativo e, sobretudo, dos ministérios?
16.     O problema maior, talvez, está na falta de iniciação litúrgico-ritual. Qual o lugar que a liturgia ocupa na catequese? O que normalmente se ensina aos agentes de pastoral e comunidades? Quem o faz e que metodologia utiliza? Como estão sendo formados os futuros presbíteros e diáconos? A formação litúrgica muitas vezes fica reduzida a teoria, sem a devida formação para a ritualidade conjugada com a espiritualidade. Resultado: Recorre-se a folhetos, ao uso do projetor multimídia etc., desfocando assim a atenção da assembleia daquilo que é central na celebração. Liturgia é eminentemente ação, celebração: ação de Cristo e da Igreja, ação da assembleia em Cristo e no Espírito. Assim sendo, não tem como ser ela acompanhada por outra ação paralela assistida no telão. Não somos expectadores mas participantes.
17.      Enfim, podem as novas tecnologias colaborar em favor de uma liturgia participativa, pascal, simbólica e orante? É possível? Com certeza, e muito! Onde? Na catequese como preparação para o bem celebrar, nos cursos em preparação ao batismo e ao matrimônio, bem como nos cursos de formação litúrgica em geral. Aí, nestes espaços, o projetor multimídia presta, sem dúvida, um notável serviço à sagrada liturgia.
18.      Que o Espírito Santo nos ilumine, para que, a partir de uma séria reflexão sobre o uso do projetor multimídia em nossas liturgias, possamos qualificar sempre mais nossas celebrações e todos os seus ministérios. Tudo para que nossas assembléias litúrgicas, corpo eclesial de Cristo, possam sentir-se plenamente sujeito das ações rituais e, ao mesmo tempo, todas as pessoas que as compõem sintam-se envolvidas pelo mistério da salvação e glorifiquem ao Pai por uma vida santa.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

material para as celebrações litúrgicas do mês de conscientização do Dízimo



 

COMISSÃO DIOCESANA DO DÍZIMO
COMISSÃO DIOCESANA DE LITURGIA

Aos responsáveis pelas celebrações eucarísticas em nossas comunidades,
Graça e Paz!

Aproxima-se o mês de julho, na Diocese de Taubaté, mês voltado à conscientização sobre a importância do Dízimo na vida da Igreja. Neste ano, a Comissão Diocesana do Dízimo apresenta “o dízimo na urgência missionária” (DGAE) como tema, e lema: Gl 6,6 O discípulo participa da missão partilhando de seus bens”.
Para bem celebrarmos a presença de Cristo na Liturgia da Igreja, urge recordar os ensinamentos contidos no Diretório da Liturgia e da organização da Igreja no Brasil acerca dos “meses temáticos”. Eis o texto:
“A comunidade deve celebrar a sua vida na liturgia, mas deve celebrá-la à luz de Jesus Cristo, ressuscitado, vivo, presente e atuante na comunidade, e não à luz de um tema, de uma idéia. Deve celebrar a sua vida, sim, com os problemas que lhe tocam mais de perto; mas à luz da Palavra viva como único tema. E quando não se penetra profundamente na Palavra de Deus, na docilidade do Espírito, pode-se cair na moralização. Assim, o Domingo celebra realmente a vida da comunidade, nos seus diversos coloridos, mergulhados na única vida do Ressuscitado que lhe dá vida.
Para dar aos meses e dias temáticos o seu justo lugar, é importante que a equipe da pastoral litúrgica prepare bem a celebração, não reproduzindo apenas folhetos e subsídios oferecidos. Na missa, os “temas” podem ser lembrados no início, na homilia e nas preces dos fiéis”.
Diante do exposto, a Comissão Diocesana do Dízimo em parceria com a Comissão Diocesana de Liturgia apresenta algumas sugestões para as celebrações de todos os domingos do mês de julho de 2012 – como já vem acontecendo nos últimos anos. Primou-se em dar a primazia à Palavra de Deus e a luz que Ela pode projetar sobre o dízimo enquanto participação na atividade missionária da Igreja.
Para cada domingo apresentamos uma monição inicial e as orações dos fiéis. Para o terceiro Domingo do mês apresentamos ainda uma proposta de oração a ser usada no momento penitencial. Tal proposta poderá ser usada em qualquer outro domingo em que a comunidade local tenha por costume rezar de forma mais explícita por seus dizimistas.  
Esperamos assim contribuir com nossas celebrações eucarísticas dominicais e, por meio delas, conscientizar nossas comunidades paroquiais acerca da importância do Dízimo em todas as dimensões eclesiais, mormente acerca da realidade missionária. 


Pe. Sílvio José Dias    
pela Comissão Diocesana do Dízimo                                                             

Pe. Roger Matheus dos Santos
pela Comissão Diocesana de Liturgia 



Solenidade de São Pedro e São Paulo
30 de junho e 01º de julho de 2012
Monição inicial
Caríssimos irmãos e irmãs, celebramos hoje a glória de Cristo Ressuscitado que resplandece na vida e na ação evangelizadora de São Pedro e São Paulo: apóstolos do Senhor, colunas da Igreja, amigos e testemunhas de Jesus. Seus ensinamentos inspiram o ser e a ação das comunidades cristãs de todos os tempos.
Nesta solenidade trazemos presente a vida do Papa Bento XVI, sucessor de Pedro, cuja missão é evangelizar e manter a unidade da Igreja em torno de Cristo.

Em comunhão com toda a Diocese de Taubaté, iniciamos hoje o mês dedicado a conscientização do Dízimo. Procurando corresponder ao projeto de evangelização da Igreja, queremos rezar e refletir sobre a Dimensão Missionária do Dízimo. “A Igreja nasce da Missão e existe para a Missão”, e a consciência missionária interpela o discípulo a participar da missão, sustentando-a pela partilha de seus bens com alegria e generosidade.
Animados pelo testemunho de Pedro e Paulo, iniciemos nossa ação de graças.

Oração dos Fiéis

Pres: Irmãos e irmãs, oremos para que a Igreja viva a sua missão apostólica com a mesma intensidade e fidelidade com que a viveram as primeiras testemunhas de Cristo.

R: Pela intercessão de São Pedro e São Paulo, atendei-nos Senhor!
1-      “A Igreja nasce da missão e existe para a missão”.  Pedimos, Senhor, olhai para vossa Igreja fundada na fé dos apóstolos. Fortalecei-a na ação evangelizadora.
Que enviada ao encontro do próximo, possa compartilhar o dom do encontro com Cristo, Caminho, Verdade e Vida, rezemos. 

2-       “A missão do Papa é zelar para que a Igreja permaneça na unidade, fiel a Jesus Cristo e ao seu Projeto”.  Pedimos, ó Pai de bondade: revigorai o ardor missionário do Santo Padre o papa Bento, como sinal de unidade e pastor da comunhão universal da Igreja, rezemos.

3-      “Todo batizado é missionário”. Senhor da gratuidade, ajudai-nos a exercer a dimensão missionária de nossa vocação cristã com a oferta consciente e generosa do nosso dízimo, rezemos.

4-      É como Igreja, em comunhão com todos os batizados, que o cristão realiza sua vocação.  Deus de amor, renovai nossa vocação de batizados, firmando-nos em nossa fé, na partilha dos dons e da vida, como discípulos missionários, rezemos.
                     
14º Domingo do Tempo Comum
“Que sabedoria é esta que lhe foi dada”
07 e 08 de julho de 2012

Monição inicial
Amados irmãos e irmãs, sejam bem-vindos à celebração da Páscoa semanal do Senhor Ressuscitado e da vida da nossa comunidade que se reúne para ouvir a sua Palavra e repartir o Pão consagrado. Hoje o Senhor nos convida a assumirmos nossa missão de profetas, mesmo diante das possíveis rejeições que sofreremos pela fidelidade ao chamado que Ele nos faz.

Nesta Eucaristia queremos reabastecer nossos corações com a graça e a sabedoria de Deus para seguirmos em missão.  “A própria comunidade cristã deve ser o anúncio da Boa Nova, pois o mensageiro é também a Mensagem”.
Com a nossa participação consciente no Dízimo torna-se possível o anúncio do Evangelho aonde os mensageiros são enviados a se fazer presentes como Jesus, cheio de graça e de verdade.
Movidos pela fé, iniciemos nossa celebração.


Oração dos Fiéis                                                                                                                       
Pres: Caríssimos irmãos e irmãs, com humildade, peçamos ao Pai que venha ao encontro da fé de tantos cristãos, discípulos e missionários do mundo de hoje.
R:  Aumentai em nós, Senhor, o desejo pela missão!

1-      Pela santa Igreja, chamada a ser coluna e sustentáculo da verdade. Animai-a, Pai de amor, em sua missão de pregar a verdade da salvação em meio a tantas adversidades e rejeição. Oremos com fé.

2-      Pelas comunidades paroquiais de nossa Diocese de Taubaté. Fortalecei, Deus da confiança, a nossa paróquia e suas comunidades, para que tenham sempre coragem profética, a fim de enfrentar as resistências e as críticas que dificultam o anúncio do Evangelho. Oremos com confiança.

3-      Por todos os missionários, especialmente os que não são bem acolhidos nas terras de missão. Dai, Senhor, a recompensa a todos que doam sua vida pela causa do vosso Reino Oremos com esperança.

4-       Abençoai, Senhor, todos os dizimistas da vossa Igreja, porque, com sua oferta responsável,  ajudam a manter nossa comunidade local e as obras missionárias da Igreja. Oremos com gratidão.


15º Domingo do Tempo Comum
“Jesus envia os Apóstolos”
14 e 15 de julho de 2012

Monição inicial

Irmãos e irmãs em Cristo, paz e bem a todos vocês que vieram participar deste encontro fraterno e celebrar o grande mistério de nossa fé. Queremos abrir nossos corações para a missão, a exemplo de Jesus Cristo, O missionário do Pai.
A grandeza da missão a ser realizada exigiu de Jesus contar com a ajuda de amigos. Ele chama os doze apóstolos e os envia ao povo necessitado de saúde, paz e vida. Hoje, Ele nos confia a continuidade dessa missão.
 “A Igreja existe para os outros e precisa ir a todos”.  Retomando a nossa reflexão sobre o Dízimo, conscientes que somos cristãos para a missão e para o compromisso, busquemos a força na Eucaristia, pois somos enviados aos irmãos como testemunhas do que aqui celebramos. Orando e partilhando daquilo que temos, como dizimistas, participamos do profetismo da “Igreja em estado permanente de missão”.

Cantemos, dando inicia a nossa celebração.

Ato Penitencial Sugestão para o 3º domingo, ou “domingo do dízimo” conforme escolha da comunidade.
 (se puderem, de joelhos)
PRES: Deus de infinita Misericórdia, colocamos em sua presença o nosso coração e todo o nosso ser. Queremos ser melhores. Venha em nosso auxílio e socorrei-nos em nossas misérias e limitações:
- Pelas vezes em que não fomos fiéis à Palavra e à nossa missão, ignorando o chamado de profetizar os valores do Reino, e  não Vos honramos com os nossos bens, Senhor tende piedade de nós.
- Pelas vezes em que deixamos o egoísmo, a vaidade e o comportamento consumista sobreporem-se à busca pela santidade, levando-nos à falta de comprometimento com os irmãos, Cristo tende piedade de nós.
- Pelas vezes em que rejeitamos, em nosso meio, a prática do bem, do amor e da caridade, tornando-nos indiferentes ao compromisso de nosso dízimo, Senhor tende piedade de nós.


Oração do Fiéis
Pres: Irmãos e irmãs, supliquemos ao Senhor que envie seu Espírito sobre nossa Igreja e sobre todo o mundo.
R: Senhor, na força do Espírito Santo, capacitai-nos para a missão!

1.      Deus da unidade, pedimos pela Santa Igreja. Que ela tenha coragem de ir ao encontro de todos os que se afastaram do vosso amor e testemunhe fielmente a presença viva de Cristo. Suplicamos:

2.      Senhor, fonte de toda graça, revigorai o Santo Padre o Papa Bento, o nosso Bispo Carmo João e todo o clero. Concedei-lhes, pela ação do Espírito Santo, a graça da santidade e o desprendimento para o anúncio corajoso da Boa Nova de Jesus. Suplicamos.

3.      Deus de ternura, ajudai-nos a sermos fiéis na partilha, sobretudo, com o nosso dízimo, fruto do vosso amor em nós e nossa resposta de fé. Suplicamos.

4.      Deus de misericórdia, ensinai-nos a sermos mensagem viva e dinâmica do vosso amor em permanente estado de missão nos diversos ambientes de nossa sociedade. Suplicamos.



16º Domingo do Tempo Comum
“Eram como ovelhas sem pastor”
21 e 22 de julho de 2012

Monição inicial

Caríssimos amigos e irmãos, sejam bem-vindos ao encontro na casa do Pai. Reunidos como filhos e filhas muito amados de Deus, celebremos o mistério pascal de Cristo.
Nesta Eucaristia, contemplamos Jesus, o Belo Pastor, que se revela íntimo e próximo dos discípulos, e se compadece, transmitindo ternura à multidão faminta, pois eram como ovelhas sedentas por um pastor que as conduzisse pelos caminhos da vida.

Rezemos por todos os dizimistas de nossa Diocese, que pela sua doação e partilha, tornam possível o projeto de evangelização. O Dízimo tem por objetivo suscitar em cada batizado a consciência missionária, a qual  interpela o discípulo a sair ao encontro de todas as pessoas, nos diversos âmbitos da sociedade, para lhes comunicar o dom do encontro com Cristo.
Que a nossa participação nesta Eucaristia nos ajude a ser a presença amorosa do Bom Pastor na comunidade e nos impulsione a retribuir com alegria tudo que dele recebemos. Iniciemos nosso encontro com o Senhor!


Oração dos Fiéis

Pres:  Irmãos e irmãs, para que a Igreja e os povos da terra escutem e sigam o verdadeiro pastor, que quer salvar todos os homens, oremos  com fé:

1- Suplicamos pela Igreja santa, para que glorifique a presença de Deus em meio à humanidade e anuncie em toda parte o Evangelho com desprendimento e acolhida dos mais necessitados.  Em silêncio e em paz, oremos irmãos.

Faz-se alguns instantes de silêncio, em seguida o coral canta:
Todos: Cristo, ouvi-nos, Cristo, atendei-nos.


2- Conduzi, Senhor Jesus, a nossa paróquia, para que viva em união com os nossos pastores locais: nosso Bispo Dom Carmo, nosso pároco e todo o clero. Em silêncio e em paz, oremos irmãos.

Faz-se alguns instantes de silêncio, em seguida o coral canta:
Todos: Cristo, ouvi-nos, Cristo, atendei-nos.


3- Divino Mestre Jesus, tende compaixão das multidões que ainda não fizeram a experiência do vosso amor misericordioso, para que cheguem ao conhecimento da verdade. Em silêncio e em paz, oremos irmãos.

Faz-se alguns instantes de silêncio, em seguida o coral canta:
Todos: Cristo, ouvi-nos, Cristo, atendei-nos.


4- Senhor Ressuscitado, que o nosso compromisso com a ação evangelizadora da Igreja transforme nosso coração, para que possamos viver com maior intensidade os gestos de partilha e solidariedade. Em silêncio e em paz, oremos irmãos.

Faz-se alguns instantes de silêncio, em seguida o coral canta:
Todos: Cristo, ouvi-nos, Cristo, atendei-nos.


17º Domingo do Tempo Comum
“Jesus nos alimenta e nos ensina a partilhar”
28-29 de julho de 2012

Monição inicial

Amados irmãos e irmãs, é muito bom nos reunirmos diante do altar do Senhor e celebrar a nossa páscoa semanal, fazendo memória da presença de Cristo ressuscitado e vivo no meio de nós.
Somos agradecidos por esse encontro com o Senhor, o Pão da vida, que sacia a nossa fome e sede de Deus, e suscita em nossos corações o desejo de viver no amor e na generosidade.

Encerrando o mês de conscientização do dízimo em nossa Diocese de Taubaté, rendemos louvores e gratidão ao nosso Deus pela pastoral do dízimo e por todos os dizimistas. Partilhando de nossos dons e de nossos bens com a comunidade cristã, damos continuidade a ação evangelizadora da Igreja, que exige o testemunho de amor, partilha e solidariedade para que o mundo creia.
Que nosso Dízimo seja expressão do nosso comprometimento com a Palavra de Deus, e possa motivar mais pessoas a fazerem essa experiência de fé.
Unidos a todos os que partilham com alegria, iniciemos nossa ação de graças.



Oração dos Fiéis

Pres: Irmãos e irmãs, oremos com fé a Deus Pai por intermédio de Jesus Cristo nosso Salvador, pelas necessidades de todos os homens:

R: Abençoai, Senhor, o vosso povo!

1- Senhor, iluminai a vossa Igreja, para que seja sempre sinal da vossa generosidade, dando a todos o Pão da Palavra, da Eucaristia e aquele do serviço da caridade. Rezemos.

2- Senhor, fortalecei todos aqueles que estão a serviço na Pastoral do Dízimo, todas as pessoas que lutam pelos que tem fome de pão e de esperança e pelos que repartem os seus bens com os mais pobres. Rezemos.

3- Senhor, abençoai a nossa caminhada de fé e pastoral. Que sejamos discípulos missionários construtores da unidade da fé, alimentando a esperança e a busca da justiça e da igualdade. Rezemos.

4- Senhor, que nossa participação na Eucaristia nos ajude a viver plenamente no amor, inspirando-nos a praticar a generosidade e a assumir o compromisso cristão de evangelizar com renovado ardor missionário. Rezemos.